UNIARP cria grupo e avança em ações voltadas aos portadores de mal de Parkinson | Uniarp - Uniarp

UNIARP cria grupo e avança em ações voltadas aos portadores de mal de Parkinson

Publicação: outubro, 14

Entre os objetivos do Grupo está a realização de um levantamento e mapeamento dos portadores da doença de Parkinson no município de Caçador e cidades circunvizinhas

parkinson

A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe (UNIARP), através do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar de Estudos em Saúde (GIES) criou em junho deste ano o Grupo de Apoio aos Portadores de Parkinson (GRAPP).

Entre os objetivos do Grupo está a realização de um levantamento e mapeamento dos portadores da doença de Parkinson no município de Caçador e cidades circunvizinhas, além de promover eventos de natureza pedagógica, vinculados à educação, medicina e fisioterapia, que sirvam como orientação ao grupo de parkinsonianos, inclusive divulgando descobertas científicas feitas na área e também promover estudos e pesquisas que sirvam como subsídios para o aprofundamento dos conhecimentos a respeito da problemática relacionada ao mal de Parkinson na região.

O professor Dr. Ezequiel Theodoro da Silva explica a ideia inicial surgiu em 2015, quando as professoras Sandra Elisa Muncinelli e Dayane Carla Borille procuraram professores do Mestrado Acadêmico em Desenvolvimento e Sociedade da UNIARP no sentido de expor uma preocupação relacionada com a inexistência em Caçador de serviços voltados à orientação, encaminhamento e atendimento de pessoas portadoras da doença de Parkinson. “Elas buscavam, mais especificamente, uma sensibilização dos professores do mestrado para um sério problema da cidade e, ao mesmo tempo, uma abertura do curso para a criação de uma estrutura que viesse a conhecer mais a fundo a realidade vinculada à vida dos parkinsonianos existentes na região”, salienta.

Na sequência, o coordenador do Grupo de Pesquisa GIES, professor Dr. Ricelli Endrigo Ruppel da Rocha, se uniu ao grupo e surgiu então a proposta da criação de um núcleo/grupo dentro do GIES para avançar estudos, ações e atividades voltados aos portadores do mal de Parkinson em Caçador.

 

Trabalho Voluntário

O trabalho que está sendo realizado no Grupo de Apoio aos Portadores de Parkinson voluntário e aberto a todos aqueles que, movidos pelo senso de solidariedade, demonstrem o desejo de juntar forças no sentido de evitar quaisquer tipos de exclusão aos portadores da doença de Parkinson.

O prof. Ezequiel destaca ainda que o GRAPP, por realizar um trabalho de utilidade pública sem fins lucrativos, está aberto à participação de voluntários que tenham interesse em cooperar na criação de um serviço que venha a melhor atender os portadores do mal de Parkinson em Caçador e região.

SERVIÇO: Para informações mais específicas sobre o vínculo de ajuda, favor enviar email para: silvasilva1948@gmail.com. Mais informações sobre o grupo no blog:

http://grappcacador.blogspot.com.br/

 

Integrantes do Grupo

Dayane Carla Borille, possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é professora titular da UNIARP e UNOESC. Tem experiência na área de Enfermagem e Educação, com ênfase em Enfermagem em Saúde Mental, Educação em Saúde;

Ezequiel Theodoro da Silva, possui Graduação em Língua e Literatura Inglesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestrado em Educação – Leitura – pela University of Miami e Doutorado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Livre Docência em Metodologia de Ensino pela Faculdade de Educação da Unicamp. Atua como professor visitante junto ao Grupo de Pesquisa ALLE (Alfabetização, Leitura e Escrita), da Faculdade de Educação, Unicamp. Em abril de 2015 passou a compor a equipe de professores pesquisadores do programa de Mestrado Interdisciplinar stricto sensu em Desenvolvimento e Sociedade da UNIARP. Em janeiro de 2016 assumiu a coordenação do Mestrado Profissional em Educação Básica da UNIARP;

Gabriela Frigoto, estudante da 2ª fase do Curso de Enfermagem – UNIARP;

Kleber Prado Filho, graduado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais com mestrado em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo, além de pós-doutorado em História pela Unicamp. Professor aposentado do departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina;

Ricelli Endrigo Ruppel da Rocha, mestre em Educação Física pela UFPR (concentração em fisiologia da performance), Doutor Ciências Biomédicas pela IUNIR (linha de pesquisa em cinesiologia, reabilitação e esportes). Docente do programa de Mestrado acadêmico Interdisciplinar em Desenvolvimento e Sociedade e do Mestrado profissional em Educação Básica da UNIARP, docente dos cursos de Educação Física, Nutrição, Farmácia e Biologia da UNOESC, líder do grupo de pesquisa de Estudos em Saúde (GIES) da UNIARP. Pesquisador nas áreas de fisiologia do exercício aplicado à saúde e ao desempenho físico e saúde e qualidade de vida no trabalho;

Sandra Elisa Muncinelli, coordenadora do Programa de Atendimento aos alunos com Deficiência e professora de Libras na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP.

Saiba mais

A doença de Parkinson é uma enfermidade que foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson. É uma doença neurológica, que afeta os movimentos da pessoa. Causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio além de alterações na fala e na escrita.

Não é uma doença fatal, nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano. Também não há evidências de que seja hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda continua incurável, é progressiva (variável em cada paciente) e a sua causa ainda continua desconhecida até hoje.

A Doença de Parkinson é devida à degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente, provocando os sintomas acima indicados. Fonte: Associação Parkinson Brasil.



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